terça-feira, 8 de novembro de 2011
"O plebiscito faz parte da democracia e eu respeito todos que defendem a criação do Tapajós e antor do Carajás" Nilson Chaves
“O plebiscito faz parte da democracia e eu respeito todos que defendem a criação do Tapajós e antor do Carajás."
Nilson Chaves, cantor paraense, em entrevista ao jornalista Jota Ninos no final de semana em Santarém.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Chico Buarque - Eu Te Amo (Carioca Ao Vivo)
Eu Te Amo
Chico Buarque
Composição: Tom Jobim / Chico Buarque
Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.
OBS: Não preciso mais dizer nada!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Vassoura
Voei em espaços,
turbulências,
prateado raios de lua.
Voei,
pra ver teu sorriso,
sentir teu cheiro,
fazer sentido.
Voei,
e minha vassoura estacionou
em um lugar que eu não queria ir.
Voei,
e o que encontro????
Teu coração ocupado,
teu olhar direcionado para
um horizonte onde não estou.
Mas, valeu a pena.
Te tive por encantamento,
te tive em um momento,
te tive presente,
entre carinhos, gestos e palavras,
te tive enquanto estavas a dormir,
e te olhei assim,
por cima do lance,
pela perspectiva da não ansiedade,
pelo prisma da poesia,
da tua alma liberta,
da lua cheia embalando os sonhos,
da cerveja encharcando
a arma que não posso usar.
Voei,
e agora estou aqui.
Contigo e sem ti
Lumar(29/05/10)(do Blog Santareno Kaxorro da Bruxa)
turbulências,
prateado raios de lua.
Voei,
pra ver teu sorriso,
sentir teu cheiro,
fazer sentido.
Voei,
e minha vassoura estacionou
em um lugar que eu não queria ir.
Voei,
e o que encontro????
Teu coração ocupado,
teu olhar direcionado para
um horizonte onde não estou.
Mas, valeu a pena.
Te tive por encantamento,
te tive em um momento,
te tive presente,
entre carinhos, gestos e palavras,
te tive enquanto estavas a dormir,
e te olhei assim,
por cima do lance,
pela perspectiva da não ansiedade,
pelo prisma da poesia,
da tua alma liberta,
da lua cheia embalando os sonhos,
da cerveja encharcando
a arma que não posso usar.
Voei,
e agora estou aqui.
Contigo e sem ti
Lumar(29/05/10)(do Blog Santareno Kaxorro da Bruxa)
domingo, 23 de maio de 2010
Dica Cultural
sexta-feira, 26 de março de 2010
Leva sempre contigo o meu amor
Se um dia pensar que está sozinha, sem caminhos
Lembra que vou estar contigo em cada passo
E esses passos não vão estar sozinhos
De mim vai ter sempre um pedaço
Se estiver frio, escuro e sem abrigo
Ainda sim vais sentir o calor do meu abraço
Meus olhos nos teus, minha mão na tua mão, o amante um amigo
Quando sorrir lembra sempre que vou estar do seu lado
E se chorar que seja pouco e o pouco fique logo de lado
Escuta sempre, mesmo sem me ver escuta o que digo...
Por onde você for
Leva sempre contigo o meu amor
Cultiva a esperança
Leva sempre a minha lembrança
Porque o Amor nunca acaba
Ele apenas se guarda pra um novo despertar
Mais se mesmo assim pensar que está sozinha
Fecha teus olhos minha menina
E lembra que o amor sempre quer recomeçar
Promete não desistir de mim, eu prometo ir até o fim e não te magoar
Se permita ser feliz, que eu um eterno aprendiz, juro me esforçar
Guarda contigo nosso sonho e desejo, joga fora esse medo, vou te conquistar
Se tenho que esperar não ligo, escuta o que eu digo...
Aqui no meu peito é o teu lugar.
Por onde você for
Leva sempre contigo o meu amor
Cultiva a esperança
Leva sempre a minha lembrança
Porque o Amor nunca acaba
Ele apenas se guarda pra um novo despertar
Autor: Eriberto Junior (Beto)
OBS:Noite de insonia, febre, dor no corpo e uma vontade enorme de estar ao lado de quem nos faz bem, resultaram nesse humilde poema(se é que pode ser considerado como tal) mas como o Blog é meu, eu me permito essa audácia.
Lembra que vou estar contigo em cada passo
E esses passos não vão estar sozinhos
De mim vai ter sempre um pedaço
Se estiver frio, escuro e sem abrigo
Ainda sim vais sentir o calor do meu abraço
Meus olhos nos teus, minha mão na tua mão, o amante um amigo
Quando sorrir lembra sempre que vou estar do seu lado
E se chorar que seja pouco e o pouco fique logo de lado
Escuta sempre, mesmo sem me ver escuta o que digo...
Por onde você for
Leva sempre contigo o meu amor
Cultiva a esperança
Leva sempre a minha lembrança
Porque o Amor nunca acaba
Ele apenas se guarda pra um novo despertar
Mais se mesmo assim pensar que está sozinha
Fecha teus olhos minha menina
E lembra que o amor sempre quer recomeçar
Promete não desistir de mim, eu prometo ir até o fim e não te magoar
Se permita ser feliz, que eu um eterno aprendiz, juro me esforçar
Guarda contigo nosso sonho e desejo, joga fora esse medo, vou te conquistar
Se tenho que esperar não ligo, escuta o que eu digo...
Aqui no meu peito é o teu lugar.
Por onde você for
Leva sempre contigo o meu amor
Cultiva a esperança
Leva sempre a minha lembrança
Porque o Amor nunca acaba
Ele apenas se guarda pra um novo despertar
Autor: Eriberto Junior (Beto)
OBS:Noite de insonia, febre, dor no corpo e uma vontade enorme de estar ao lado de quem nos faz bem, resultaram nesse humilde poema(se é que pode ser considerado como tal) mas como o Blog é meu, eu me permito essa audácia.
quinta-feira, 18 de março de 2010
O Paradoxo do Nosso Tempo
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e oramos raramente, esquecemos até que Deus existe.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos dias à nossa vida e não vida aos nossos dias. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Colocando os créditos porque Marina Passos "descobriu" que o texto é de George Carlin. (entam está aê, caso alguém ainda não saíba :P )
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos dias à nossa vida e não vida aos nossos dias. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do ‘fast-food’ e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar ‘delete’.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer ‘eu te amo’ à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame… Ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
Colocando os créditos porque Marina Passos "descobriu" que o texto é de George Carlin. (entam está aê, caso alguém ainda não saíba :P )
Assinar:
Postagens (Atom)